domingo, 22 de fevereiro de 2015

Jupiter Ascending



Alguém tem
alguma coisa contra 
MILA KUNIS
ser a
Rainha do Universo
e
Dona da Terra?

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Babymetal

Para quem gosta de olhar para o lado ou para a frente, seguem links para o "novo fenômeno japonês", a Banda BABYMETAL, definida por O GLOBO como "o encontro de Hello Kitty com o pedal duplo".

- O megahit "Gimme Chocolate", com 21 milhões de visualizações até o momento (Aldo, atenção à suíte progressiva no meio da canção!):
 
- "Megitsune" ("Mulher-raposa"), 12 milhões de visualizações, aqui com legendas em português (abaixo do vídeo há uma explicação do significado do que é cantado):
 
- Melhor ainda é ver como a coisa funciona ao vivo: todo mundo trabalha pra caralho! Um "pocket" de 29 minutos em um open-air em Montreal:
 
Qualquer coisa é melhor do que Black Keys!

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Clássico ou Progressivo?

Choppinho, Bar, Roll Over und Mozart!



segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Kate Winslet

Afundem o Titanic!

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Belén

Conselho de Amigo para os Amigos:
NÃO consulte "Belén Rodríguez" no Google Images se você não dispuser de MUITO tempo!


domingo, 14 de dezembro de 2014

Scream Along

DREAM THEATER
Vivo Rio, domingo 05/out/2014

Pela 6ª vez na vida vou a um show do DREAM THEATER, desta vez no Rio (a primeira também foi, no Imperator no Méier) no VIVO RIO no Aterro do flamengo. É noite de domingo, dia do primeiro turno das eleições para Presidente do País, ainda não sabemos quem passará para o 2º turno; terminarei a noite orgulhoso ou envergonhado?

Vou de Metrô, cada vez o transporte particular fica mais no passado. Atravesso os viadutos para pedestres, e após tantos anos finalmente encontro no Balneá-Rio a galera metaleira tão comum em gigs em Sampa e nas Grandes Galerias, e tão escassa por aqui. É fim de tarde, está escurecendo, e além dos metaleiros de camisa preta, a fauna no lado de fora da Venue é composta por vendedores ambulantes com seus isopores sobre cavaletes oferecendo cerveja, vodka e cachaça a preços módicos, e também alguns mendigos. Tudo acontece em volta da fila, o local do acesso é quase uma festa.

O piso do Aterro é composto por grandes placas de cimento ou pedra, com um razoável espaço (circa 6cm, eu diria) entre elas. E ocupado que estou em encontrar o fim da fila e avaliar os vendedores de smirnoff, me distraio e PIMBA!, afundo o pé em um destes intervalos entre as placas no chão. Quase caio; alguns metaleiros, ambulantes e mendigos fazem menção de acudir, mas me recomponho com rapidez e tento brincar:
- “Eu quase caí porque ainda não bebi nada! Se tivesse bebido, não estava caindo...”

Um Mendigo se compadece de minha situação, se aproxima de mim, aponta para um dos ambulantes e diz com voz séria e compungida:
- “Tome ali uma dose, eu pago para você!...”

O insólito da situação me pega de surpresa, e não penso rápido o suficiente para aceitar; recuso polidamente, sinceramente grato. Mas depois fiquei pensando na oportunidade perdida: um Mendigo ofereceu pagar uma dose de cachaça para mim, e eu recusei! Uma oportunidade que só se tem uma vez na vida, e eu perdi a minha...

No início do show, a projeção de uma animação com os "making of" das capas de todos os discos, uma emendando na outra, formando uma quase-história. A platéia está, evidentemente, em delírio. Nunca fui a um show com tanta gente com camisa da Banda no palco, eu mesmo também estava.

Uma nova situação acontece comigo já com o lotado show rolando. Meu cabelo está enorme, e devo ser o único com cabelos brancos (cada vez isto é mais freqüente); lá pelas tantas um cara se vira para mim e pergunta cheio de respeito:
- “Me diga, com toda a sua experiência: posso enrolar unzinho e acender aqui dentro?”

Cabe aqui um parêntesis: as crescentes restrições aos cigarros e ao fumo legalizado acabaram por afetar diretamente o consumo de maria joana em recintos públicos fechados. Antigamente não era possível distingüir se a brasa acesa era de um marlboro ou de um joint, mas atualmente não há mais dúvida: acendeu, é ganja!

Respondo a ele:
- “Há muito tempo não venho a um show no Rio, não sei dizer. Sugiro que você aguarde um pouco e espere mais alguém acender para ver o que acontece.”

Ele ignora a cautela, enrola, acende e fuma à larga. E daqui a pouco me cutuca e oferece:
- “Vai um tapa aí, ô Andy Warhol?...”

Já fui chamado de Einstein e Ritchie, e agora Andy Warhol!!!

É show de fã nerd, a platéia canta tudo junto, sing along, ou melhor, scream along. Como diriam Martin-L e Vasco-N, “platéia bem ensaiadinha”. O guitarrista John Petrucci arrasa, desbunda, arrasa, arrebenta, é um Andreas Kisser virtuose (mas sua enorme barba preta quase-ZZTop está ridícula demais). Seu momento-solo é belíssimo, mas não fica sozinho no palco: os outros 3 músicos fazem um “tema” para que ele sole, apenas o vocalista saiu. Sempre fico querendo que as pessoas estivessem ali comigo vendo, me iludo acreditando que iriam gostar; mas sei que Gloug teria ficado apenas 1 hora, e Martin talvez ½.

Petrucci olha os próprios dedos todo o tempo. O momento keytar é igualmente maravilhoso, e desta vez é o guitarrista quem se une aos demais fazendo fundo para a performance de Jordan Rudess. Já o solo do novo Baterista é realmente solo: tremenda responsabilidade, o cara está substituindo nada menos do que Mike Portnoy, carismático e icônico fundador da Banda e ídolo desta galera por décadas.


(photo by MG)

É um show do tipo “An Evening With Dream Theater” que eles tanto fazem ao longo da carreira: quase 3 horas de duração, com um intervalo de 15 minutos no qual passa uma colagem de vídeos feitos por fãs com brincadeiras com os clipes da Banda, covers ultra-toscas de músicas e outras paródias; divertido.

A segunda metado do show começa com a AVASSALADORA “The Mirror”, que da mesma forma que ocorre no disco “Awake” emenda com “Lie”. Nesta segunda parte do show eles simplesmente tocam inteiro o “Awake”, que eu adoro. Entendi então que poderia perfeitamente ter convocado os mencionados Gloug e Martin-L para assistir somente à segunda parte da gig.

O palco simula uma garagem de beco com amps. A única vez que eu tinha visto uma guitarra tão alta foi George Kooymans com o GOLDEN EARRING na Holanda. Uma Dama com quem já assistira ao DT duas vezes, e que durante a performance só conseguira falar – “Caralho!” umas vinte vezes, me pediu para falar dois “caralho!”s por ela. Falei vários; foi primoroso, caralho! Tocaram a raríssima “Space-Dye Vest”, caralho!

Se tiver a oportunidade, não deixe de assistir a um show do DREAM THEATER ao vivo, em pessoa. Não é necessário gostar deles para se impressionar: embora tenha diversos discos, eu jamais os ouço, acho chatos. Mas ao vivo...

Caralho!

(Rio, out/2014)

domingo, 16 de novembro de 2014

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

I am the One!


(Publicado em O GLOBO, 02.out.2014)

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Jogão em Bariri

Grande notícia... FABIO MARTIN VAI A BARIRI EM 2015!

sábado, 20 de setembro de 2014

Inbox divino

(Publicado no ESTADÃO em 20/set/2014)

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Ummagumma

(Pink Floyd, 1969)

Desde a primeira audição (circa 1972) entendi a receita para se ouvir o UMMAGUMMA: ouvir "Astronomy Domine" e IGNORAR TODO O RESTO do álbum duplo! (No máximo uma audição a cada 50 anos de "Careful with that Axe, Eugene Simmons").

Assim, até hoje já ouvi:


  • "Astronomy Domine": duas vezes (circa 1972)
  • "Careful with that Axe, Eugene Simmons": uma vez (circa 1972)
  • todo o resto do disco: pequenos trechos saltitados com a agulha da vitrola uma única vez (circa 1972), o suficiente para ver que é INSUPORTÁVEL.

Esta aliás era uma grande vantagem do vinil: dava para ir saltando com a agulha para trechos selecionados visualmente, e com rapidez determinar que um disco não valia a pena (discos do RUSH nunca precisaram nem mesmo disto!)

 

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

sábado, 30 de agosto de 2014

É uma brasa, mora!

Para quem não se cansa de ouvir o mesmo setlist desde a Jovem Guarda, uma boa notícia!


quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Pequenos Grandes Livros

A lista abaixo é uma sugestão de grandes pequenos livros, compilada e recomendada pelo erudito Martin-L. Enjoy!


quarta-feira, 4 de junho de 2014

Bodas de Coral


(Publicado n'O ESTADO DE SÃO PAULO em 28/maio/2014.)

domingo, 18 de maio de 2014

“Use the Force, Luke!”


Mostrando que aprendeu a lição de Darth Vader, e seguindo a famosa instrução de Obi-Wan Kenobi, um Discípulo do Lado Negro da Força utiliza seus poderes para torturar um desafeto em público!


quinta-feira, 15 de maio de 2014

Jagger meets Jagger

O encontro histórico aconteceu na Livraria da Travessa do Shopping Leblon no dia 14/mai/2014. 
Felizmente havia um fotógrafo a postos para registrar o momento!

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Konfidential


Dois excepcionais vídeos de música estão reunidos em um único DVD, tornando-o um excelente investimento a um custo baixíssimo: são o KISS KONFIDENTIAL e o X-TREME CLOSE UP.

“X-treme Close Up” é a história da Banda contada pela dupla Stanley & Simmons, sem pudores ou make-up. São fatos interessantíssimos e curiosérrimos sobre a formação de uma Banda, a evolução da maquiagem, membros dependentes de álcool ou aditivos químicos que tiveram que ser limados do Grupo por comportamento vexatório on stage (com imagens!), o processo de escolha de novos músicos, etc. Vi certa vez um depoimento do Gene Simmons – não sei se neste documentário -
onde ele esclarecia que “se não fosse pelo Paul Stanley, o KISS já teria acabado há mais de duas décadas. Eu estou quieto e tranqüilo em meu canto fazendo as minhas coisas, e daqui a pouco lá vem o Paul Stanley: vamos excursionar! Vamos gravar um disco! Vamos colocar a máquina para rodar de novo! E ele tanto enche o saco que eu acabo concordando, e começa tudo novamente”.

O outro conteúdo do DVD é o “Konfidential”, que vem basicamente a ser o visual do show “Kiss Alive III”, para mim o ápice da Banda. Sem make-up, sem fru-frus e sem frescuras, com o excepcional baterista Eric Singer e com o excepcional guitarrista Bruce Kulick (a história dele, contada no “X-Treme Close Up”, é ótima), o KISS detona em versões longas, pesadas e maduras de músicas de uma Banda que atingia sua maioridade e ápice naquele momento.

A curiosidade do nome “Konfidential” fica por conta de uma antiga tradição em shows do KISS: as Fãs e Groupies focalizadas pelas câmeras dos telões levantam as blusas e mostram os seios ‘au grand complete’. Para preservar a beleza dos mo(nu)mentos e a privacidade das Damas, a produção do vídeo optou por colocar tarjas escritas “Konfidential” sobre os rostos da Meninas, e deixando à mostra tudo que elas queriam mostrar.

Imperdível!

(4 músicas são especialmente recomendadas:
  • Take It Off – com strippers no palco
  • Lick It Up
  • I Just Wanna
  • Domino - minha all-times-favorite, a letra é puro Gene Simmons: “(...) Loves lots of money / backs against the wall / calls me Sugar Daddy / she's got me by the balls (...) she ain't old enough to vote / loves to play with fire / loves to hurt so good / loves to keep me burnin' / she's a bad habit / that's too too good... They call her Domino! (...) Every time I walk through that door it's the same damn thing / that bitch bends over, and I forget my name...” )

(Rio, 30/abr/2014)

terça-feira, 1 de abril de 2014

One For The Vine

Na opinião pessoal deste apaixonado por Música Progressiva, os 3 minutos centrais de "One for the Vine" são um dos ápices da História da Música.

Embora nesta performance o GENESIS já não contasse com Stephen Hackett, temos aqui a performance deste trecho antológico com os 2 bateristas (Chester Thompson e Phil Collins) tocando simultaneamente.

Para meu gosto, Anthony Banks é o maior Tecladista-Compositor de nossos tempos. Ou melhor dizendo: de todos os tempos.

Esta versão faz parte do DVD "GENESIS - Six Hours Live" da TOMMYGUN VIDEO americana. Para quem se interessa por DVDs com raridades de shows progressivos nos anos 70, não existe site melhor.


Enjoy!